Manu Lafer

Músico e Compositor

thesaurus

Thesaurus, o songbook de Manu Lafer, é uma coleção de partituras elaboradas pela Presto e revisadas por Swami Júnior.

“Manu Lafer compõe o primeiro nível da canção popular brasileira. A sua produção é consistente, competente e variada. E profícua. E incessante: são as centenas canções desta coleção, Thesaurus, e outras incontáveis – porque ele não conta o que descarta – que ficaram pelo caminho. Ou estão no caminho e voltarão como músicas ou ideias. Se você ainda não conhece seu talento, agora é hora boa. E seus álbuns de intérprete, que foram ganhando importância em sua biografia nos anos recentes. Dentre seus parceiros de composição, Danilo Caymmi é o mais recorrente. Alê Siqueira lançou a alcunha que tão bem explica Manu: ‘o Escher da harmonia’.”
(Thiago Rocha)

“Algumas figuras especiais têm esse poder inato e raro de fazer com que tudo à sua volta soe e fique melhor. Manu é assim, na música e na vida.”
(Chico Pinheiro)

“Manu Lafer tem um grande destaque no mundo do samba. Ele é realmente um bom compositor, canta bem um samba, adora samba que nem eu, e gosta de forró também, como eu.”
(Germano Mathias)

“Parece emergir do âmago da canção brasileira, expondo tudo o que essa tem de melhor.”
(Luiz Tatit)

“A característica principal do trabalho do Manu é ser tão rico e tão acessível.”
(Alê Siqueira)

“É um agregado da minha família, uma pessoa muito querida do meu pai, da minha mãe e dos meus irmãos. É o Manu Lafer, meu amigo de coração. Ainda vai chegar a vez dele, das pessoas entenderem a música dele, como eu entendo.”
(Danilo Caymmi)

“Quando eu ouvi o Manu eu vi que era uma música de interior. Não é do interior do lugar, é do interior da pessoa, a música que fala do mergulho dentro de nós mesmos. Isso me apaixonou.”
(Mateus Aleluia)

“O Manu é quase como um aquarelista, a música dele se tinge com essas cores. Nada mais místico e judaico do que a música ‘A Lente Do Homem’, e nada mais brasileiro que “Murundum”, é quase Guimarães Rosa.”
(Adão Pinheiro)

“I was quite impressed with what I heard. Manu Lafer writes brilliant poetic lyrics and interesting, memorable, creative melodies.”
(George Klabin)

“Pela via do conhecimento erudito da forma-canção, ele sabe muito bem ser popular.”
(Guilherme Wisnik)

“Being with Manu leaves me with the overwhelmingly optimistic feeling that, as happiness and difficulties come and go and we all live through the challenges of human existence that, in the end, there is always the music and the people who gather to make it.”
(Steve Zee)

“Ele tem uma obra enorme e, por ser enorme, não diminui em nada a qualidade de cada coisa
que ele faz.”

(Luiz Brasil)

“É uma coisa incrível que todos os discos são totalmente diferentes.”
(James Gavin)

It’s sort a post-modern João Gilberto.
(John Pizzarelli)

“Manu tem uma cultura musical muito grande, de tudo: de samba, de balada, de tudo quanto é música boa, de influências, além de ser um grandíssimo poeta, uma pessoa muito inteligente… Ele tem uma versatilidade absurda, enorme! E a facilidade dele de viajar por várias vertentes, é incrível: ele canta em inglês muito bem, desde baladas americanas ou músicas com essa influência, ou samba – ele tem cada samba lindo!”
(Toninho Horta)

“Melodias muito simples, mas a complexidade harmônica é que dá a característica da linguagem dele.”
(Fabio Tagliaferri)

“Fico muito feliz por ver o Manu realizar mais um bom trabalho através do presente songbook, dando assim continuidade à sua expressiva produção musical que já conta com inúmeros bons títulos.”
(Ítalo Perón)

“E chamava atenção o tipo de elaboração; tinha algo de Chico Buarque e João Gilberto ali, inspirações nobilíssimas da nossa música. Soluções que pareciam simples no primeiro contato revelavam-se como verdadeiros achados, próprios de quem tem ampla referência estética e, ao mesmo tempo, compõe com esmero; um jeito de dar tratamento aos detalhes, buscando sempre uma saída original, não se contentando apenas com as primeiras ideias.”
(Camilo Carrara)

Faixas
1. Clara Maria (Manu Lafer)

Maria da mãe de Clara
Clara do pai de Maria
O nome de ser amada
O nome de batizada
Do umbigo ambígua
Comunhão e crisma
Do espelho expelida
É a rival de si mesma (bis)

Seus pais, na escola de samba
E ela na escola marista
Seus pais, no mar carioca
Na boda craca e fuligem
Orla que aventa um apê
Aterro tornado tietê
Ne-me-quites, que eu te desquite
Tua dupla te refuta
Tua dutra te bifurca

És Maria, paulista do Limão,
Ex Clara, da gema da Urca
(bis)

Maria, Maria Clara
Clara, Clara Maria
(bis)

Zarolho de tuas ancas
Clárias, stradivária
Ária em que mar ia arriba
Libido ilibada, banho maria
Clara, que meto-lhe os pés
Borrega de buridan

Maria pra mariagem, Clara eu declararia (bis)
Albardada chicotearia
Clara vara, chucra romaria

Clara na escada, de pé
Maria da vida, de ré
Mal.a, cel.
Clara em escada faz pré
Maria em corrimão faz bé
Mal.a, cel.

Fronha que morena cubra
Loura clara na penumbra
Te rodeio e te tateio
Sem modelo, no teu meio

Indeciso entre as tuas mamas (bis)
A que aclareara, a que marearia (bis)

Metade Clara sem cara
Maria de fancaria
Cara metade sem Clara
Maria sem maioria
Maria, Maria Clara
Clara, Clara Maria
(bis)

Onde encontrar

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